E viva os meninos da Copa São Paulo de Futebol!
A Copa São Paulo de Juniores há mais de quatro temporadas só serve de pauta para nomes esquisitos, comemorações diferentes e aquela atmosfera amigável na arquibancada, coisa de décadas passadas. Pois revelações como no final da década de 80 e até forçando um pouco no início da década de 90 já não existem mais. Os times gaúchos ainda soltam um ou outro que são bem aproveitados no time principal.
Tomando o Corinthians, maior vencedor da competição, como base. Podemos ver que mesmo heptacampeão, o alvinegro da capital paulista não sobe jogadres preparados como antes. Ou será que Kléber, Edu, Fernando Baiano, Gil, Ewerthon e muitos outros podem ser comparados com as últimas revelações como Bobo, Jo, Boquita, Lulinha e companhia. As equipes preferem olhar para outras competições e contratar jogadores que tenham sucesso em outros clubes.
Claro que muito da culpa está em algumas categorias de base que são fraquíssimas ou muito mal administradas.A queda na qualidade do torneio tem outras razões também, como os quatrocentos e ciquenta times que fazem parte da competição, muitos com jogadores que nunca jogaram juntos antes da preparação para a Copa. Times montados por empresários, visando apenas um contrato, mesmo que meia-boca, em algum clube de expressão.
Basta agora esperar pela dase mata-mata da competiçáo, onde já varreram algumas aberrações e se pode encontrar uma partida ou outra com o nível esperado para o país em que quase todas as crianças crescem com uma bola nos pés.
E sem caimbras por favor.