Jogo OITO: “Injusto?”

Por Juca Kfouri

O Vasco foi melhor que o Corinthians nos dois tempos.

E mais ainda no segundo que no primeiro, quando teve a única chance clara de gol, com Élton, de cabeça, aos 23, em defesa de Felipe.

Por mais que a torcida incentivasse, o Corinthians errava passes em cima de passes e tinha a sorte de o Vasco, dados os seus naturais limites financeiros pela herança da gestão anterior, ter também claro limites técnicos individualmente.

Mesmo assim, no segundo tempo, foi o Vasco quem pressionou o Corinthians e teve novas chances de gol, uma em cabeçada de Nilton, além de um pênalti não marcado de Chicão em Élton, daqueles difíceis de ver, mas pênalti claro, puxão na camisa.

Verdade que, entre o 24 e 25 minutos, o Corinthians teve três chances de gol, com Dentinho, William e Boquita.

E que, aos 37, Ronaldo, que foi mal, permitiu que o goleiro Fernando lhe tirasse uma bola que tinha endereço certo.

Mas se alguém fez por merecer vencer, este alguém foi mesmo o Vasco, eliminado em pé no Pacaembu lotado por 36 mil torcedores.

Corinthians
Felipe; Alessandro, Chicão, William e Wellington Saci; Cristian e Elias; Jorge Henrique, Douglas (W. Saci) e Dentinho; Ronaldo.

Vasco
Fernando Prass; Paulo Sérgio, Vilson, Gian e Ramón; Amaral, Nilton, Léo Lima e Carlos Alberto; Rodrigo Pimpão e Elton.

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